Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 10/05/2021

De acodo com Hipócrates, filósofo grego considerado como o pai da medicina, a saúde deve ser guiada exclusivamente de modo científico. O pensador do século V a.c estabelecu uma linha de pensamento crítica da medicina. No entanto, na atualidade brasileira, empecilhos relacionados ao bem estar ainda existem, especialmente ao se tratar do novembro azul e a saúde masculina. Isso ocorre devido a visão não primordial que a saúde masculina tem associada com a falta de conhecimento, além do preconceito e machismo existentes nesse âmbito.

Em primeira análise, é evidente que a escassez de conhecimento afeta a visão popular sobre a saúde. Afirmada por Sócrates, a frase “conhece-te a ti mesmo” afirma que o homem precisa constantemente buscar a razão para o seu bem intelectual. Contudo, ao se tratar da própria saúde, a negligência da razão pode custar não apenas o amadurecimento intelectual. Apesar de desatentada por muitos homens, a saúde se trata, também, da prevenção. O novembro azul te, como projeto social bem-sucedid. Ainda que o Brasil esteja com uma expectativa de vida mais alta, o aumento nas taxas de câncer de próstata foram enormes, cerca de 68.200, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Esse fator alarmante mostra que a busca por informação é, de certa forma, negligenciada, prejudicando, diretamente, as medidas de prevenção de possíveis mortes no país.

Ademais, é de importância ressaltar que o preconceito atrelado ao machismo ainda acompanham a mentalidade masculina ao se tratar dos cuidados médicos específicos recomendados. Existente desde o Período Colonial no território brasileiro, o machismo é motivo de opressão coercitiva. Pelo estilo do exame, o câncer de próstata é altamente julgado. No entanto, o medo de enfrentar um processo de cura acompanhado de tratamentos invasivos ou uma morte lenta não são colocados em pauta ao se menosprezar o assunto. Nessa perspectiva, é decadente mas real a visão errônea e preconceituosa atribuída ao bem-estar quanto à saúde masculina.

Portanto, diante da saúde como um bem não primordial, falta de conhecimento e preconceito, entende-se a faltade conscientização a respeito da saúde masculina. Logo, o Ministério da Saúde aliado as Secretarias de Saúde municipais devem cada vez mais difundir o projeto do Novembro azul, por meio de cartazes, panfletos e até pelos canais midiáticos como as redes sociais, com o auxílio do Dr. Drauzio Varella, além de divulgar os dados alarmantes referentes ao câncer de próstata, para, dessa forma, realizar um projeto de conscientização potencializado, a fim de propagar cada vez mais a medicina utilizando o senso crítico, como idealizado por Hipócrates.