Maternidade compulsória em debate no Brasil
Enviada em 23/08/2021
Durante o século XVII, com o desenvolvimento do capitalismo, os papeis dos homens e mulheres se tornaram diferentes e a maternidade se tornou indispensável na vida da mulher, e aquela que não atingia a expectativa, era mal vista perante a sociedade. Logo, no Brasil hodierno, se observa a conservação da cultura, impedindo as mulheres de livre-arbítrio. Dessa forma, é relevante destacar dois obstáculos existentes: o patriarcado e a padronização das famílias.
Primeiramente, é importante ressaltar a sociedade patriarca e sua predefinição das tarefas dos homens e mulheres, em que o homem trabalha para sustentar, enquanto a mulher cuida da casa e dos filhos. No filme Tropa de Elite, essa situação é vista quando a esposa do capitão Nascimento, que estava grávida, preparava o café para ele antes do trabalho. Evidentemente, a realidade é vivida nas famílias brasileiras, onde os homens possuem um bom emprego. Sendo assim, é notória a necessidade de uma evolução cultural no país.
Além disso, é importante analisar a família padronizada que é composta por um homem, uma mulher e seus filhos. Portanto, aqueles que não seguem esse padrão, são vitímas de descaso dos próprios parentes. De acordo com a Constituição Federal de 1988, todo cidadão brasileiro possui a liberdade de expressão. Entretanto, é inquestionável que não são todos que realmente possuem o direito de escolha. Desse modo, é inadmissível que, na atualidade, medidas não sejam tomadas.
Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação, por meio de verbas governamentais, criar projetos de conscientização sobre os direitos e deveres dos cidadãos para as escolas, com atividades recreativas que buscam o interesse do jovem em aprender, para que, desde cedo, todos estejam cientes. Espera-se que, com isso, os principais problemas sejam amenizados.