Limites entre estética e saúde
Enviada em 23/10/2019
Nos dias atuais, a beleza é algo levado em consideração em grande escala, as pessoas estão constantemente a procura de um corpo e aparência dentro dos padrões, estes que mudam a cada minuto que passa, assim fazendo as pessoas irem atrás de métodos, muitas vezes prejudiciais a sua saúde, para se encaixar em uma sociedade que nem ao menos se importa com o que a individuo tem por dentro, que vai muitpoalém de um ‘‘corpo violão’’. Nosso olhar intolerante e discriminatório teria se desacostumado a enxergar os excessos da vida real? O que isso afeta em nossa saúde?
Segundo Joana, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-Rio ‘‘quem engorda e “transgride” nos cuidados com o próprio corpo passou a ser visto socialmente não apenas como “preguiçoso” e “desleixado”, o que já seria questionável, mas como “sujo”, “doente”, “marginal”’’. A gordura virou um certo motivo para repúdio, as pessoas realmente estam desacostumadas com corpos, cores de pele, cabelo, fora do ‘‘comum’’.
Quando a pessoa deseja alguma mudança, não importa a região do corpo, geralmente é por influência externa, por opiniões que fazem-a se sentir menor. Além de problemas de saúde física que muitas vezes ocorrem durante a cirurgia, pessoas acabam com distúrbios emocionais, por conta de toda essa pressão social, como, transtornos alimentares, ansiedade e até mesmo depressão, em busca do tal ‘‘corpo perfeito’’ pessoas acabam com maus hábitos alimentares, distorção da imagem corporal, autoestima baixa e sentimento de culpa ao comerem algo que gostam.
Uma solução a longo prazo para este tema seria a conciêntização da população, mostrando como tratar essas pessoas que tem problema com sua aparência e também grupos de apoio com pessoas especializadas, que possam auxiliar e trazer conforto para toda essa insegurança.