Limites entre estética e saúde
Enviada em 15/10/2019
Algo que as diferentes espécies compartilham é a necessidade de perpetuar-se. Ato este que é executado através da formação de casais e futuras relações. Os pares se constituem ao fim da avaliação de determinados quesitos, estes que vão desde força ou inteligência até estética. Entre os humanos o último item pode possuir um peso maior na decisão. Levando pessoas que não se enquadram nos “padrões” a buscar mudanças físicas, tornar-se atrativas. O que, em certos casos, pode vir a ocasionar sérios problemas à saúde. É comum que as inovações feitas no exterior cheguem ao território brasileiro após certo tempo, e assim se faz no campo da estética. Hoje, possui-se uma vasta gama de operações e processos para aqueles que estão à caça de uma aparência mais chamativa. Absolutamente normal é querer estar de bem consigo mesmo, como também a cativar os olhos do próximo. Assim são executadas operações plásticas, trocas de cor de cabelo, entre outros. Todavia, casos constantes, incessantes ou incorretamente executados, geram danos à saúde, como deformação física e queda de cabelo. Exemplos existem de famosas personalidades brasileiras que, mesmo naturalmente belas, jamais deixavam de lado o hábito de recorrer à ciência em busca de um “retoque”. Comumente, os resultados eram desastrosos. A vontade de ser aceito não é exclusividade da humanidade, no entanto, estes apresentam um empenho que por vezes foge o comum ou sã. Há variados meios de se destacar. Uma roupa diferente ou até mesmo um penteado. O importante é estar bem com seu eu sem agredir o templo sagrado que é o corpo humano, respeitando os frágeis limites que se podem encontrar.