Liberdade ou opressão? O culto à forma física no século XXI

Enviada em 05/10/2019

Europeu, magro, branco, loro e esbelto. Esses são padrões, considerados pela indústria da moda, de beleza. Atualmente, os meios de comunicação exercem uma força muito grande no psicológico da população contrariando o pensamento do filósofo Stuart Mill “Sobre seu corpo e mente, o indivíduo é soberano.” Propagandas e revistas de beleza e moda idolatram padrões inatingíveis e que devem acabar o mais rápido possível, ao contrário, ele acabarão com a sociedade.

Segundo a revista VEJA, 77% das jovens tem propensão à distúrbios alimentares, entretanto, apesar de figuras públicas incentivarem a auto aceitação, este número tende a aumentar proporcionalmente a expansão das mídias sociais. Recentemente, o aplicativo Instagram ocultou a quantidade de curtidas exibidas nas fotos, em prol do bem estar dos usuários.

Ademais, segundo a segundo lei do físico Newton “Toda ação tem uma reação” e, as propagandas misóginas não poderiam ficar de fora; contemporaneamente, as mulheres estão se submetendo, cada vez mais, a procedimentos cirúrgicos e atitudes drásticas para atingirem o inatingível. A repreensão destrói a autoestima e o psicológico das pessoas do sexo feminino. Em contrapartida, o vídeo Relatos da Real Beleza, provou que as mulheres são mais críticas em relação ao próprio corpo do que as outras pessoas, isso não significa que não haja preconceito.

Enfim, as indústrias televisivas e influenciadoras digitais devem incentivas a auto aceitação por meio de propagandas, para que a população feminina sinta-se melhor consigo mesma e a porcentagem de distúrbios diminua, além disso, os governos estaduais e municipais podem disponibilizar palestras gratuitas de autoajuda com efeito de melhorar o bem-estar da população local.