Lei da Palmada: Avanço social ou intervenção na criação?

Enviada em 12/09/2019

Analogamente a infância do personagem fictício, da companhia DC comics, Coringa, diversas crianças no país sofrem maus tratos, geralmente físicos, por parte de sua família. Assim, associa-se a ideia do filósofo Jean-Paul Sartre de que toda forma de violência, principalmente infantil, é uma derrota, independentemente se for para descontar sua raiva ou castigar a criança.

Atualmente, nas piores famílias, percebe-se a importância da Lei da Palmada. Em 2016 foram registrados 396 denúncias de crianças que sofreram agressões. Essas causadas principalmente para castiga-las por algum mau comportamento. Doutrina essa, não educativa mas sim traumatizante e impaciente por parte dos responsáveis. A qual é fortemente contraposta por pedagogos e psicólogos, já que afeta gravemente a criança, o futuro de nossa nação.

Além do mais, ocorrem também casos de violentações por motivos de raiva. Causada no agressor devido a problemas psicológicos, sociais, econômicos e até mesmo com drogas e álcool. Casos sórdidos, que prejudicam muito a vida da criança, tanto fisicamente como psicologicamente. Igualmente como na alusão anteriormente citada, o indivíduo pode se desenvolver agressivo também ou com graves problemas psicossociais, quando não há risco de morte.

Sob essa ótica, nota-se a importância da Lei da Palmada. Porém, medidas devem ser tomadas para acabar de vez com as agressões. Recomendando-se que o Conselho Tutelar, juntamente com os Ministérios da Educação e da Saúde, criem cursos de maneiras eficazes e harmônicas de se educar uma criança, tornando obrigatória realização para todos os responsáveis. Além de incluir disciplinas de psicologia na matriz curricular de todas as faculdades de pedagogia e licenciatura, para que os professores possam pré-diagnosticar e encaminhar a uma solução, mantendo a sociedade harmonizada.