Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Enviada em 15/08/2025

Os jogos eletrônicos tornaram-se um fenomeno cultural de alcance global, especialmente entre jovens, que encontram neles uma forma de lazer, e, em alguns casos, de aprendizado. Entretanto, o excesso dessa prática pode gerar desafios, como o prejuizo à socialização e à saúde mental. Ademais, seus impactos geram debates na comunidade cientifica que alertam para os riscos, como vicio e isolamento, em contrapartida, há outros cientistas que apontam para seus beneficios cognitivos e educativos. Diante dessa dualidade, é essêncial analisar como o equibilibrio e a mediação podem se transformar em aliados do desenvolvimento juvenil. Como afirmou o Papa Francisco, antigo líder da Igreja Apostólica Romana: “A vida é real e não virtual”.

Em primeiro lugar, há evidencias que os jogos eletrônicos, quando usados com moderação, estimulam habilidades fundamentais para o século 21. De acordo com Sherry Turkle, pesquisadora do MIT, defende que a tecnologia, quando bem direcionada, pode potencializar a criatividade e o raciocínio lógico. Um exemplo disso é o jogo “Minecraft”, que escolas ensinam a programar e a como trabalhar em equipe por meio dele, comprovando que os jogos podem ser um metodo de pedagogia. Além disso, há um estudo da universidade do MIT que revelou que, jogadores moderados, tendem a ter uma melhor saúde mental.

Por outro lado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aleta que o uso excessivo dos podem levar a vícios, que incluiu como “transtorno por jogos eletrônicos” na classificação internacional de doenças, destacando os jovens que negligenciam os deveres do dia a dia em prol de recompensas virtuais. Filmes como Ready Player One retratam uma distopica realidade, na qual as pessoas trocam suas vidas pela imersão digital a que o mundo real.

Em suma, os jogos não são inteiramente bons ou ruins, depende de como usar-la, como o Papa Francisco um dia disse, “Procurem fazer o bem e não se acostumarem com o mal.”. Para minimizar seus danos, é indispensavel a participação da familia e da escola na promoção do uso consciente, com limites de tempo e seleção de conteúdos adequados.