Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Enviada em 16/08/2025

Não é novidade que desde a década de 70, os jogos eletrônicos influenciam milhões de pessoas pelo mundo. Com o avanço da tecnologia, principalmente na área dos games, os gráficos com qualidade cada vez mais realista, as histórias imersivas e a conexão, transformaram a forma como os jovens convivem com esse universo. Porém, junto com a evolução aparecem preocupações sobre os impactos positivos e negativos que os jogos podem causar na vida dos adolescentes, jovens e adultos.De um lado, os jogos eletrônicos nos oferecem benefícios, eles estimulam o raciocínio lógico, a criatividade e a capacidade de resolver problemas, habilidades que são essenciais em um mundo cada vez mais digital. Jogos em equipe, como Fortnite ou League of Legends, exercitam a capacidade de cooperação e a comunicação, enquanto jogos como Minecraft incentivam a imaginação e a criatividade. Apesar dos benefícios, o uso excessivo pode causar consequências muito preocupantes. O vício em jogos, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “transtorno de jogos eletrônicos”, pode resultar em isolamento social, queda no rendimento escolar e até problemas físicos, como dores na coluna e distúrbios do sono devido à exposição prolongada às telas. Outro ponto importante nesse tema é a má influência de alguns conteúdos de extrema violência, que, apesar de não ser necessariamente a causa direta de comportamentos agressivos, podem acabar normalizando a violência em mentes ainda em desenvolvimento. Diante desses pontos, é bem claro que o equilíbrio e a mediação são muito importantes. Os jovens devem ser orientados a desfrutar dos jogos de forma moderada, com horários regrados e priorizando atividades ao ar livre e interações sociais físicas. A tecnologia, quando utilizada da maneira correta, pode ser uma grande aliada na educação e socialização, mas seu uso excessivo pode trazer mais prejuízos do que benefícios. Portanto, conclui-se que, os jogos eletrônicos não são totalmente ruins, mas exigem responsabilidade. É papel da sociedade, e das famílias prezar para que essa ferramenta seja aproveitada da maneira certa, potencializando seus pontos positivos e minimizando os riscos para as gerações futuras.