Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 02/11/2023

Na obra “Utopia” do escritor Thomas More, é relatada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas e conflitos. Entretanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, visto que a falta de empatia nas redes sociais dificultam a concretização da obra de More. No entanto, esse cenário antâgonico é fruto tanto da intolerância quando dos discursos de ódio no meio digital. Dito isso, torna-se necessário a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Em uma primeira análise, é fulcral pontuar que o Estado tem papel mediador, principalmente em assuntos críticos como a intolerância. Ademais, segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Contudo, isso não se fez muito presente na sociedade brasileira, assim como no Brasil Colonial as interâncias tomaram conta do povo brasileiro. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Além disso, é imperativo ressaltar os desafios das falas agressivas como promotor do problema. Como aconteceu em um discurso de ódio do apresentador “Monark” em uma plataforma de trasmissão ao vivo, com ele promovendo discursos de ódio apoiando o movimento Nazista. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que os desafios intrínsecos contruibuem para a perpetuação desse quadro.

Portanto, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de militar os desafios da Intolerância e dos discurso de ódio nas redes sociais, necessita-se urgentemente, que o Governo Federal direcione capital para a promoção de campanhar de marketing digital a fim de erradica-las. Desse modo, atenuar-se em médio e longo prazo, o impacto nocivo dos desafios da Intolerância e discurso de ódio. Posto isso, a coletividade alcançara a Utopia de More.