Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 30/07/2022
As redes sociais vêm crescendo cada vez mais ao longo dos anos. São locais onde se pode conversar sobre diversos assuntos, postar fotos, divulgar algo, etc. A internet, como um todo, oferece o direto da liberdade de expressão, que pode ser divulgada rapidamente. Entretanto, existem pessoas intolerantes que utilizam esses recursos de forma que agride o destinatário, disseminando discursos de ódio sobre o tema discutido.
Em 2017, foi feita uma pesquisa pelo “Comunica Que Muda” divulgando que o racismo e a política são alvos de menções negativas de acima de 97% do que é comentado sobre o tema na internet, a política tendo 273.752 menções e o racismo com 32,376 menções em três meses. Estar na internet passa falsa impressão de anonimato, porém, fazer discursos preconceituosos ou divulga-los independentemente do tema tratado, é crime. E mesmo estando em um computador, profissionais conseguem identificá-lo e puni-lo dependendo da situação, segundo ao Eduardo Moreth.
De acordo com uma pesquisa feita pelo o G1, em 2021, o “Facebook” excluiu 96,4 milhões de itens de conteúdos ofensivos, devido ao aumento de 19% da empresa destes comentários. Com um intuito de minimizar este problema, foram criados no Brasil diversos sites de denúncia contra os crimes cibernéticos, como o “Safernet”, “Cidadão do MPF” e “Disque 100”. Esses sites, além de possibilitar a ajuda das pessoas para denunciar, faz com que milhares de pessoas não propaguem ou comecem discursos discriminatórios.
Em conclusão, devido as redes sociais terem muitos discursos de ódio, as redes sociais devem criar campanhas de incentivo contra a disseminação desses conteúdos e mostrar que mesmo que a internet tenha um certo anonimato, isso é crime e deve ser denunciado imediatamente, já que são milhares de conteúdos de ódio por ano que são enviados. Assim, a internet se tronará um local mais tolerante e controlado.