Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 04/11/2021

O filósofo italiano São Tomás de Aquino acredita que não defender a verdade é tão errado quanto incentivar o erro. Na internet muitas vezes, querem defender a verdade, mas não passa de uma opinião pessoal sobre determinado assunto que acaba por ferir alguém, e tendo incentivos atravéz de curtidas ou comentários, acaba por influênciar quem está lendo e mostra falta de empatia sobre a pessoa acusada no discurso de ódio. Nesse contexto emerge um problema, a liberdade nas redes sociais acaba por se tornar ódio, em virtude do individualismo, ou falta de empatia do remetente, e a falta de impunidade.

Primeiramente, percebe-se a falta de empatia humana como razão do discurso de ódio, a respeito disso, o escritor irlandês Oscar Wilde defende que ser egoísta é querer que os outros vivam como nós queremos. Nesse sentido, muitos perfis na internet julgam e condenam uns aos outros, sem uma análise racional e sem empatia pelo próximo, espalhando um sentimento de ódio, e incintando outras pessoas a repetirem tal violência.

Além disso, não ser punido por tais ações ofensivas sustenta o problema, aumentando a agreção verbal nas mídias. Para Cícero, orador e político romano, o encorajamento dos erros é ter esperança de que saia impune de suas ações, isso é muito comum entre qualquer ser humano, não ter uma punição para as ações consideradas erradas pela sociedade, é praticamente um passe livre para cometer essas atitudes errôneas.

Dessa forma, uma atitude deve ser tomada. Para isso, o ministério da justiça deve criar e divulgar uma campanha nas redes sociais de maior acesso, como o instagram, por meio do relato anônimo de vítimas do discuros de ódio nas redes sociais, a fim de estimular a empatia e diminuir o discurso de ódio, criando uma punição verbal aos agressores. Assim a ideia de São Tomás de Aquino pode ser levada a sério e de fato defendermos a verdade dos fatos.