Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 25/09/2020
Observando o cenário atual, podemos ver que uma boa evolução das gerações está precária. Até antes da metade de 1990, a geração Y foi considerada por profissionais da área a pior geração já existente. Porem, com o passar do tempo, a geração Z, nascidos entre 1990 à 2010, conseguiu superar a anterior, uma geração extremamente tóxica, onde as pessoas mais julgam do que ajudam.
Muitos preferem pensar que a internet veio para revolucionar e facilitar nossas vidas, mas nos dias atuais, preferem usa-las como ferramentas para os discursos de ódio, que se torna cada vez mais frequente em todo o mundo. Uma pessoa pode ser atacada por apenas não se encaixar no padrão que boa parte da sociedade impõe, as vezes por desmentir uma vida perfeita mostrada nas redes, por fazer seu trabalho e tentar agradar a todos, o que é impossível.
“Se escutassem nossas músicas sem algum preconceito, iriam gostar delas”, disse um artista sul coreano. Acabou se tornando comum as pessoas julgarem tudo e todos antes de conhecer de verdade, se alguém já tem um pensamento negativo na cabeça, nada irá tira-lo de lá. A digital influencer Maria Venture, vem debatendo sobre essas questões, todos tão acostumados a ver publicações sobre uma vida perfeita, um corpo bonito, uma pele sem defeitos, que a julgaram por ela se mostrar de verdade.
Além disso, é verdade que uma parte não se abate com esse ódio vindo da internet, mas é fato que acaba com o psicológico de alguém que não tem forças enfrentar esse peso todo, sendo falsos alguns dos argumentos usados para diminuir a vítima, levando para casos graves, como depressão, ansiedade, distúrbios alimentares ou até mesmo suicídio.
Em conclusão, para evitar que isso continue e cresça cada vez mais, profissionais já estão analisando a proposta de identificar os comentários e os autores. Antes disso, qualquer pessoa pode denunciar, tendo o material em mãos e não compartilhando para que mais pessoas tenham acesso.