Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 11/09/2020
De acordo com o Artigo 7 do marco civil da internet, assegura ao usuário a inviolabilidade da intimidade e da vida privada. No entanto, não é a realidade, visto que, na internet muitas pessoas sofrem com o preconceito e a cultura do cancelamento. Desta forma ocasionando dores e sofrimentos por parte da vitima. Portanto deve-se rever as funções que auxiliam os vitimados a buscar ajuda.
Em primeira análise, podemos observar que muitas pessoas sofrem atos de ódio na rede por causa da falsa sensação de anonimato do abusador ou criminoso. Eles se sentem intocáveis pois no meio digital você pode ser qualquer um, dificultando o rastreio da pessoa de verdade. Como apontado no post de crime online da folha de São Paulo, que diz que as pessoas ficam mais corajosas frente ao monitor, mostrando suas facetas mais sombrias.
Em segunda análise, podemos observar os efeitos de tais atitudes nas vitimas. Suas vidas são invadidas, agredidas e expostas, podendo causar constrangimento, dores psicológicas severas e até ao suicídio. Além de passarem por essa situação o problema se agrava quando elas tentam utilizar as ferramentas de denuncia, mas são ineficientes. Porém de acordo com uma pesquisa da Mercer University dos Estados Unidos da America, os crimes e atos constrangedores feitos na web são os mesmos que os na vida real, apenas são em outro meio. Portanto é preciso equiparar as punições.
A partir das analises, pode-se concluir que algo tem que ser feitos para reduzir os ocorrências de linchamentos online . Portando o Governo deve realizar campanhas contra crimes na rede e de serviços de deem suporte a vitimas por meio das redes sociais e dos televisores. Além de utilizar de seus órgãos de segurança publica para formalizar as denuncias por bullying na web. Deste modo a intolerância e discurso de ódio na internet irão diminuir.