Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 01/06/2021
Dezembro de 1948, véspera de um novo ano e o prestigiado dia para um enorme progresso na história dos Direitos Humanos, a promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). Estruturada e organizada pela comissão de representantes de divergentes áreas jurídicas e culturais ao redor do mundo, a DUDH certifica seguridade e dignidade a todos os cidadãos, sem limitações sociais, políticas ou culturais.
Houve elaborações e intervenções de diversos tratados internacionais iniciados em 1945 até seu crescimento nos dias atuais, contudo, a intolerância e a aversão contra minorias sempre esteve presente em um ambiente social que conhecemos, seja notória ou levemente “camuflada”, vidas estiveram sendo negligenciadas e banalizadas por imprudência de uma coletividade que usufruí critérios desumanos enraizados, dando “passadouro” para a adversidade que consome a rotina de milhares associações, incluindo os brasileiros, a desigualdade social.
A desigualde é um dos maiores impasses para o desenvolvimento social, sustentando revoluções e marcos históricos que buscam desconstruir uma sociedade hierárquica para uma equitativa. O fato de pessoas estarem propensas a receber humilhações e ameaças ainda estando inseridas com tais “direitos” não é apenas uma violação a lei, como também ao ser humano. Sermos diferentes não nos torna inferiores ou superiores a ninguém, todos estamos relacionados ao mesmo e único pensamento, o respeito. “Age de modo que considera a humanidade tanto na tua pessoa quanto na de qualquer outro, e sempre como objetivo, nunca como simples meio.” - Immanuel Kant.
Consequentemente, é fundamental que diligências sejam reformuladas e que a informação esteja mais aberta a todos, uma geração não pode ser reeducada sem ao menos ter alguma educação. O Congresso Nacional, ao lado do Ministério da Cidadania e Educação, deveriam explorar mais o convívio e a realidade que essas famílias são expostas a enfrentar, através disso ofereceriam passeios, feiras culturais e científicas, entretenimento saudável e respeitoso, artes, projetos sociais, palestras e debates. Atividades que despertariam o interesse em conscientazação e empatia, assim formando esses futuros jovens para uma construção social inclusiva, individual e em conjunto.