Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 15/05/2021

A exclusão social

De acordo com a constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, o que tranquilizaria as minorias da população. Todavia, a propagação de discursos de ódio ao longo da história causou uma certa normalização numa série de intolerâncias, que felizmente vêm sendo combatidas ao longo dos séculos. Diante de ideologias atuais mais pacíficas, lutamos para que todos tenham a garantia de seus direitos.

É necessário ter em mente a constante exclusão de grupos minoritários desde o começo do processo de evolução da sociedade, principalmente após a criação do Darwinismo social no século XIX, por Francis Galton, que traz a ideia de superioridade e inferioridade de determinadas raças. Uma exemplificação da marginalização é que, de acordo com IBGE, cerca de 54% da população brasileira é negra e mesmo assim a taxa de assassinato contra os pretos é crescente a cada ano.

Cabe mencionar o aumento da disseminação do preconceito em razão da internet, que agiliza a propagação de pensamentos intolerantes, mesmo sendo uma fonte de informação extensa o bastante para estudarem miscigenações e culturas alternativas. Por mais que seja uma opção viável, a integração entre gerações e povos não ocorre, causando uma visão restrita.

Dessa forma, é necessário tomar medidas para um problema histórico e presente na atualidade. Diante disso, A Organização das Nações Unidas (ONU), com a ajuda dos órgãos de administração pública, garantam a punição de pessoas ignorantes da lei, elaborem campanhas que se encaixem nas realidades desiguais do povo e, com o apoio do Ministério da Educação, forneça palestras e debates que abordem a apresentação de culturas diversificadas.