Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 18/04/2020

Na contemporaneidade um dos grandes desafios que permeia a sociedade é a intolerância e discurso de ódio contra as minorias. Essa realidade está presente em todos os locais,independente do país e do povo em que está inserido. Nesse sentido,fatores como a falta de políticas públicas efetivas em coibir e identificar tais práticas discriminatórias,resulta em ciclo em que cada vez mais temos mais pessoas sendo vítimas da ignorância e carência de sensibilidade humana.                                                   Em primeira análise,cabe pontuar que no Brasil o avanço de discurso de ódio e a polarização nas democracias, onde mulheres,negros, indígenas, imigrantes,grupos religiosos, e LGBTI+, têm sido cada vez mais estigmados. Logo, a alta vulnerabilidade e desvantagem social acabam criando uma relação de dominância de subgrupos ou grupos dominantes que delimitam e padronizam o que entendem por minorias. Sendo assim,o desconhecimento da diversidade,aliado à falta de efetivação ao combate a segregação,exclusão e descriminação das minorias, torna essas pessoas invisíveis perante a sociedade,o que fere o direito de isonomia e equidade social.                                                                                                                    Somado a isso,podemos afirmar que o Brasil ocupa o primeiro lugar em homicídios de LGBTs na América,com 340 por homofobia em 2016,segundo o último balanço do ILGA. Nesse sentido, tais dados relevam à importância e necessidade a igualdade social, haja vista que é garantida por lei no Artigo 5 da Constituição Federal, a isonomia de todos os cidadãos,e assim a tutela dos direitos das minorias.                                        Portanto, são imprescindíveis mudanças rápidas e enérgicas,em que a educação seja coautora principal dessa ação , tendo o papel primordial nesse desafio,uma vez que está relacionada ao comportamento social de uma nação. Desse modo, o Estado tem uma função indispensável na condução de projetos de leis que visem o aprimoramento e medidas que levem a equidade social de isonomia a todos os grupos sociais que estão em condições de vulnerabilidade .