Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 16/04/2020

O direito de ser

Está claro que os discursos de ódio contra as minorias estão sempre aumentando, quando eles tem voz, mais discursos de ódio recebem. Essa realidade está presente em todos os locais, independente do país e do povo em que se está inserido.

Dados mostram que o Brasil foi o país com maior relato de morte contra minorias em 2017. “Infelizmente o Brasil é o país do mundo onde ocorre o maior número de assassinatos destes grupos. Isso deixa evidente o quanto o Estado tem falhado na preservação da vida, na forma com que as forças de segurança atuam e na responsabilização pelas vidas perdidas ao longo de anos”, disse Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional, em comunicado.

Esse modo de termos preconceitos contra as minorias está enraizado na história e cultura do país, a criança vai se desenvolvendo e criando características de acordo com o que a sociedade em põe sobre ela. Minorias não são necessariamente a menor parte e sim as mais desprivilegiados, os que mais sofrem só por serem quem são, e mesmo assim, isso é falado e discutido em lares e escolas? Não, não devidamente.

Mulheres, negros, LGBT, índios sofrem e morrem apenas por serem quem são, os números assustam, sempre assustaram e vão continuar assustando se a sociedade e o modo da sociedade pensar não for mudado. Essa mudança leva tempo e força de vontade, principalmente do governo que deve tomar providencias urgentes e drásticas,tendo o papel primordial nesse desafio, uma vez que está relacionada ao comportamento social de uma nação. O Estado tem uma função indispensável na condução de projetos e leis que visem o aprimoramento e medidas que tendem a igualar todos os grupos sociais que estão em condições de vulnerabilidade.