Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 08/04/2020

Segundo Sir Charlie Chaplin, “Porque havemos de desprezar e odiar uns aos outros num mundo há espaço para todos.” Os discursos de ódio e intolerância contra minorias, grupos com desvantagens sociais, é muito presente na sociedade, algo que castiga a comunidade LGBT e as mulheres

A priori, é evidente que um alvo frequente da violência resultante dos discursos de ódio, a comunidade LGBT sofre cotidianamente com ataques. Exemplo disso foi o ocorrido no palco do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Sentinelas do Planalto, em Santana do Livramento (RS) que, segundo o jornal Zero Hora, foi atingido pelo fogo. O motivo tem relação com o recebimento, no espaço, de um casamento coletivo no sábado (13), sendo um deles entre duas mulheres.

Ademais, fica que claro que mesmo que a minoria seja constituída por muitas pessoas, isso não significa que esses indivíduos possuem voz ativa na sociedade. As mulheres enfrentam uma triste realidade, as quais enfrentam repressões e até agressões em seu cotidiano. Um total de 87 mil mulheres foram vítimas de feminicídio em 2017, segundo um relatório publicado pelas Nações Unidas. Isso significa 6 feminicídios cometidos por conhecidos a cada hora.

Portanto, a intolerância, o preconceito e o ódio são elementos presentes na vida das minorias. É de extrema importância que o Governo e o Poder legislativo de diversos países, poder do Estado ao qual, seguindo o princípio da separação dos poderes, é atribuída a função legislativa, invista mais na proteção das minorias, por meio de leis mais severas e medidas para que esses possam ter uma vida livre de ódio e intolerância.