Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 15/08/2019

Gordo. Viado. Preto. Estas são algumas expressões de cunho ofensivo. O discurso de ódio geralmente é feito para aqueles com quem as pessoas não têm uma convivência social. Desta maneira, se potencializa uma falta de empatia. Sendo assim, esta prática ofensiva precisa ser refutada já que quem pratica não percebe o desrespeito para com o outro, além de infringir o s Direitos Humanos.   Primeiramente, é preciso considerar que a grande maioria desses discursos tem o objetivo inconsciente de desestruturalização as lutas das minorias. Atualmente as pessoas acham que o conceito se refere a quantidade, quando na verdade é com a representatividade do grupo na sociedade. Estes grupos nos quais mulheres, negros, comunidades LGBT+ e outros fazem parte dos que boa possuem uma política de equiparação social em qualquer esfera. Como exemplo, o presidente Donald Trump diz que “ o ex presidente afro americano não gerou impacto nos bandidos que estão destruindo a cidade”. Segundo bandidos estes que só podem ser afro americanos.

Outro fator importante é que a opressão vem disfarçada de brincadeira. Na contemporaneidade é comum ouvir que o mundo está “chato” ou que a política do “politicamente correto” está deixando tudo sem graça. Ao ouvir isto é perceptível que a opressão das minorias é engraçado seja para com características de gênero, étnicas entre outras. Um exemplo disso, Foi o ex deputado Bolsonaro que “brincou” em sua campanha presidencial falou que um negro não poderia ter relações sexuais pois estava acima do peso.

Logo, é evidente que o discurso de ódio precisa ser combatido pois a falta de empatia e respeito para com outro está ficando cada vez mais violento. Desta forma, a mídia junto aos grupos ativistas deveriam promover debates para distribuir informações e conscientização para que as pessoas conheçam as causas e porque deve ser rejeitada e não praticadas as ofensas. Além disso, conhecer e pressionar os governantes para que junto ao ministério dos Direitos Humanos e da justiça para que criminalizem estas práticas e apliquem punições como: multas e prisões de forma efetiva a quem proferir este tipo de discurso. Deste modo, para gerar uma população consciente para com o próximo a fim de que falas supracitadas não aconteçam mais.