Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 11/08/2021
Atualmente, tem-se discutido muito a respeito dos influenciadores digitais e seus impactos nas decisões de consumo, devido ao grande avanço da globalização e do acesso instantâneo às mídias digitais. Porém em alguns casos, pessoas usam esses meios para extorquir crianças menores de idade, graças a uma baixa fiscalização. Com isso, deve-se discutir os benefícios realizados com essas influências e as estratégias maliciosas por trás de alguns casos.
É importante pontuar, de início, que as mídias sociais trazem inúmeros benefícios a população, principalmente a faixa etária mais jovens, que estão em uma fase de construção de identidade. Os influenciadores digitais que apresentam altos engajamentos e alcances elevados de divulgação participam ativamente no mercado econômico, muitas vezes direcionando esses jovens a comprar um celular ou tênis de determinada marca, ou até mesmo compartilhando suas experiências de como começaram seu próprio negócio entre outros. Um exemplo é o empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, que tem uma participação ativa nas redes sociais e motiva seus seguidores com sua história de superação na formação de sua primeira loja, divulga promoções de produtos etc. Com isso, verifica-se que as mídias sociais têm um papel ativo no consumo da população brasileira.
Porém, alguns influenciadores utilizam estratégias maliciosas para conseguir mais vendas, extorquindo crianças menores de idade, que acabam caindo no golpe. Tal fato tem ocorrido com frequência, devido à falta de fiscalização dos órgãos públicos sob estes acontecidos, devido a falta de estratégias para a fiscalização e aplicação da lei, fazendo com que os golpistas tenham uma tranquilidade para realizar a operação. Dessa maneira, é possível perceber a falta de estrutura no combate aos crimes de vendas online.
Portanto, percebe-se que os golpes aplicados por influenciadores em vendas online continua a ser um sério problema e que medidas devem ser tomadas na resolução deste. Com isso, o Ministério da Ciência e Tecnologia deve intervir, criando órgãos online que fiscalize arduamente essas vendas abusivas e juntamente com o Ministério da Educação, instruir crianças e adolescentes a consultarem os pais antes de fazer comprar virtualmente, com o intuito de diminuir gradativamente esses crimes.