Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 07/08/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber, no Brasil, a mesma condição no que concerne a questão dos influênciadores digitais e seus impactos nas decisões de consumo. Nesse contexto, percebe-se a consolidação de um grave problema, em virtude da base educacional lacunar e o silenciamento.
Sob esse viés, a base educacional lacunar caracteriza-se como um complexo dificultador. Para o filósofo Kant, o ser humano é resultado da educação que teve, assim, se há um problema social, há uma falha na educação. Sob essa lógica, percebe-se que as escolas não tem cumprido com o seu papel no sentido de reverter a situação no que se refere aos influênciadores digitais e seus impactos nas decisões de consumo, logo, as instituições educacionais não estão tranzendo as salas de aulas contéudos que ajam na resolução desse impasse.
Ademais, outro problema encontrado é o silenciamento. O filósofo Foulcate defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, observa-se uma lacuna, no que concerne a situação dos influênciadores digitais e seus impactos nas decisões de consumo. Assim, sem diálogo sério e massivo sobre esse contexto, sua resolução torna-se mais difícil de ser alcançada.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas sejam tomadas para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que o Estado-principal promotor da harmonia social- promova, em parcerias com as escolas, “workshops”, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão os maléficios dessas ações e como combate-las e ajudar as vítimas, com a finalidade de propor diferentes soluções em conjuntos com os alunos. Dessa maneira, os cidadãos atuarão ativamente na mudança do cenário brasileiro atual.