Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 14/03/2020
“Para a ganância, toda a natureza é insuficiente.” A frase, do escritor e filósofo Sêneca, exprime uma característica que o ser humano possui de mais negativo, o desejo de querer sempre mais. Pela análise dessa alusão atrelada à realidade atual, nota-se a presença deste atributo na maneira violenta que o homem agride o meio ambiente, com exemplo do excessivo descarte de lixo plástico, principalmente no espaço marinho. Tal problema, que piora a cada dia, deve ser urgentemente solucionado.
Em primeiro lugar, muitas substâncias são jogadas em rios e mares, sendo o plástico um dos mais prejudiciais. Além de levar em média, 400 anos para se decompor -fator bastante negativo para a natureza- acaba sendo ingerido por peixes e outros animais aquáticos. Esta ingestão causa contaminação, e consequentemente a morte, que soma-se atualmente 100 mil casos por ano. Portanto, é necessário que este produto seja descartado no local adequado, com o intuito de regularizar esta situação.
Em segundo plano, segundo dados da revista Galileu, 53% dos resíduos são despejados de modo errado em lixões a céu aberto, e na época de chuva pode causar entupimentos de valas e bueiros, que geram enchentes e desabrigam pessoas, principalmente os moradores de periferias, como causa também poluição visual. Dessa maneira, é preciso que se tenha o devido cuidado com o esse material.
Em síntese, faz-se imprescindível a tomada de medidas que mitiguem esta problemática. Com isso, cabe ao Estado, mediante ao Ministério do Meio Ambiente, realizar campanhas que abordem sobre o descarte correto do lixo plástico, e que o governo de cada estado proiba o uso desse material, a fim de que os impactos gerados no meio ambiente sejam atenuados e que a citação do filósofo Sêneca deixe de ser uma realidade.