Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 20/09/2019
O avanço da ciência medicinal, e o surgimento de hábitos alimentares mais saudáveis na vida das pessoas, contribuíram para que a expectativa de vida aumentasse, trazendo como consquência o envelhecimento da população. Fica claro que esse fenômeno está acontecendo no Brasil, e isso acaba gerando alguns impactos socioenconômicos, como a falta de estrutura para os idosos, no sistema de saúde e nas cidades, além também da diminuição da população economicamente ativa.
De começo, verifica-se que a falta de políticas de saúde pública voltadas para o tratamento de idosos e a escassez de estrutura na ruas e em lugares públicos para as pessoas mais velhas, são fatores que contribuem para o problema. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que no ano de 2031 o número de idosos ultrapassará o de jovens, com, aproximadamente, 42 milhões de jovens de zero a quatorze anos, e 43 milhões de idosos, com sessenta anos para cima. Isso mostra o aumento do envelhecimento populacional no Brasil, e a necessidade de melhorias nas políticas públicas relacionadas a pessoas nessa idade.
Ademais, além das consequências na parte social e da saúde, existe também impactos econômico gerado pelo crescimento do número de idosos. Segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), o índice de desemprego entre a terceira idade subiu 132% de 2014 a 2016. Isso acontece por conta da preferências de contratação de pessoas mais jovens, com formação educacional mais recente, com potencial de trazer ideias novas as empresas. Isso acaba contribuindo para diminuição da população economicamente aitva, uma vez que boa parte dos idosos estão desempregados vivendo a custas da aposentadoria, e não efetivam grande participação na econômia do país.
Portanto fica claro que o envelhecimento da população gera impactos negativos que necessitam serem solucionados. Então o Ministério da Saúde juntamente ao Governo devem estabelecer planos para melhorar a estruturação das cidades, se adequando aos idosos, e devem aumentar o investimentos em centros de saúde especializados em pessoas mais velhas. Além disso é necessário que o Ministério de Desenvolvimento Social também trabalhe em conjunto com o Governo afim de desenvolver programas que garantam condições de trabalho que assegurem a empregabilidade de idosos aptos, para menores divergências das contas previdenciárias.