Impactos do envelhecimento da população brasileira

Enviada em 20/09/2019

No século xviii, o idoso era tido como patrimônio e não encargo. Fora do âmbito histórico, é fato que no cenário atual os idosos estão sendo cada vez mais desmemoriados. E a problemática persiste intimamente na má atuação do governo e, também , no descaso por parte da população e dos jovens que não estão inseridos no mercado de trabalho.

Mormente, vale destacar os fatores que possibilitaram o equívoco presente. Na Grécia Antiga, Epicuro foi o primeiro a fundar uma escola para crianças, adultos e, provectos; a fim de levar conhecimento e prazer os quais seriam princípio e fim da vida. No Brasil há uma discordância abundante, visto que o próprio Estado desfavorece-os com uma baixa aposentadoria e demais setores precários. De acordo com um estudo feito pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), campos ligados à administração pública e defesa, educação e meios tecnológicos vão sofrer um impacto negativo.

Sob esse mesmo viés, soma-se a falta de conscientização da massa social e a escassez de jovens interessados em entrar para o negócio de atividades. Diante de um relatório criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 2080 terá mais idosos acima de 80 a que crianças e jovens de até 14 anos. Isto é, o mercado de trabalho poderá passar por dificuldades e benefícios financeiros relacionados à geração Baby Boomers, visto que pode não ter a geração Z como servidor. Outrossim, ressalta-se que a massa Z é caracterizada com uma postura ligada a individualidade e que suspendem a estabilidade.

Por tal prerrogativa, cabe ao Governo Federal juntamente ao Ministério da Economia (ME) e, reformas no setor econômico destinado aos idosos, por meio de leis que garantem uma melhor qualidade de vida aos provectos, com o fito de suprir as exiguidades desta população, uma vez que essas leis podem servir de recorreção à camada social dita. Além disso, cabe ao Ministério da Educação - ramo do Estado responsável pela formação civil- inserir, palestras e aulas com profissionais da Economia, tais como contadores, para que desde a tenra idade exista um conhecimento condizente a educação financeira na terceira idade e, assim conseguir que o ancião seja considerado riqueza para a sociedade novamente.