Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 03/09/2021
Ban Ki-moon- secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2016- diz que água potável e saneamento básico são fundamentais para redução da pobreza, todavia mesmo com leis que registram os direitos a água mínima para uma pessoa, o número de países com água escassa e com baixo custo financeiro é elevado. A falta de água é tanta que países em abundância desse recurso sofrem do problema.
Segundos a Organização Mundial da Saúde (OMS) são necessários 50 a 100 litros de água para assegurar as necessidades mais básicas e minimizar os problemas de saúde, sendo que em lugares com difícil acesso a água limpa usa-se apenas cerca de 5 litros para todas as situações. No Brasil, segunda a ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) o maior uso de água no Brasil é virado para a irrigação sendo setenta porcento do valor gasto de água no Brasil, enquanto o nordeste vem de secas constantes e alto índice de desidratação, isso com o Brasil tendo uma economia relativamente boa e uma alta abundância de água, mas difetente de países que sofrem de pobreza extrema e escassez de recurso hídrico. Segundo pesquisas da (ONU) no ano de 2000, em 2025 a média de pessoas sem água potável será quarenta e cinco porcento, isso pois ocorre um excesso de desperdício dos países com uso da água, a ONU diz que isso vem de que água significa poder entre a política dos países, e quem há tem precisa demonstrá-la.
Logo, é preciso que o Estado tome providências para diminuir os impactos da escassez. Para menor gasto da população urge que a (ANA) crie, por de verba governamental, públicações socias em redes, que detalhem importância da água e como usa-la, isso com amostra de dados para alarmar sobre a situação precária atual. Ademais é necessário que os países com maior recurso hídrico percebam, por meio de convocações da (ONU), que a água é um recurso essencial à vida é não pode ser usada como projetor de poder.