Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 30/08/2020
A Mesopotâmia foi o primeiro local da civilização humana, e possibilitou a organização dos povos devido a quantidade de rios em sua região, tornando-se indispensável os recursos hídricos para a sobrevivência da sociedade. No entanto, os impactos da escassez de água no século XXI mostra-se como um grave impasse para os brasileiros, pois por ser elemento essencial para a vida, torna-se fundamental para a nação. Dessa forma, cabe analisar as principais causas que interfere na sua resolução, que são: A falta de investimento publico e despreocupação no desperdício.
Primeiramente, deve-se destacar o baixo investimento do governo como a persistência do problema. Segundo Maquiavel, “O governo deve operar tendo como objetivo o bem universal”. Sob essa ótica, é evidente que existe falhas dos governantes em exercer esse pensamento, uma vez que grande parte da população sofre com a falta de água, de acordo com o IBGE,menos de 40% da população faz uso desse recurso. Logo, em um País que se baseia na constituição de 1988, fere os direitos e exclui uma parte social.
Outrossim, pode-se apontar o uso de água irracional dos brasileiros como dificultador da problemática. Para o filósofo Sartre, “cabe o humano escolher seu modo de agir, pois este é livre e responsável”. Entretanto, nota-se a irresponsabilidade da sociedade, visto que o uso sem controle por parte da comunidade colabora para a escassez, onde pode ser visto nos relatórios do Ministério das cidades- 40% de desperdício. Nesse contexto, a população de rever os seus conceitos para não agravar esse terrível cenário.
Portanto, é necessário reverter esses dados em prol da humanidade. Para que isso ocorra, o Ministério da Infraestrutura deve fazer um projeto de economia e distribuição da água por meio de verbas governamentais, tais projetos devem ter a participação das principais cidades afetadas da escassez, e dialogar as melhores adaptações para cada local, assim, levar esse elemento para as casas brasileiras . Dessa maneira, com o governo mais preocupado com as necessidades do povo, o ato constitucional será melhor empregado.