Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 29/07/2020

Água, composto químico formado por duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio, requisito básico para a existência de vida. Também substância que demarca desigualdades sociais humanas. A falta de água traz consequências biológicas trágicas, como: subnutrição e doenças contagiosas.

É de se esperar que a subnutrição possa ocorrer por falta de água, já que precisamos dela para funções vitais como produção de sangue e regulação térmica. Uma pessoa, sem condições especiais, deve beber cerca de dois litros de água por dia, afirmou o Conselho Federal de Medicina. Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma gestante deve consumir 7,5 litros de água por dia para ser considerável saudável e poder produzir um leite materno de qualidade para seus filhos.

Ademais, a falta de saneamento básico faz com que dejetos sejam jogados em rios os poluindo. Mesmo os rios sendo poluídos, eles são a única fonte de água doce para determinada região. Esse ciclo de descarte de poluentes faz com que hospedeiros biológicos se reproduzam com facilidade, como oxiúros e tênias (espécies de lombrigas), e gerem quadros graves, como bolo de áscaris (obstrução do intestino por vermes hospedeiros).

Para contornar essa situação é preciso agir em escala global. O saneamento básico e a água devem ser considerados direitos humanos e a Organização das Nações Unidas devem suprir essa demanda em nações carentes de água. Basicamente, a ONU cobraria taxas de países desenvolvidos  e com o dinheiro arrecadado construiria redes de saneamento e acesso domiciliar de água limpa para que não exista mais a subnutrição humana e proliferação de enfermidades.