Impactos da dengue na saúde pública brasileira
Enviada em 28/07/2024
Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto,o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega,uma vez que dengue apresenta barreiras,os quais dificultam a concretização dos planos de More.Esse cenário antagônico é fruto tanto da ineficácia governamental,quanto da falta de prevenção.
Precipuamente,é fucral pontuar que a dengue deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.Segundo o pensador Thomas Hobbes,o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população,entretanto,isso não ocorre no Brasil, devido à falta de atuação das autoridades.Portanto, a falta de politicas eficazes de comabte ao mosquito Aedesaegypti exige revisão imediata por parte do Governo.Desse modo,faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais,é imperativo ressaltar a falta de prevenção por parte da população contra o mosquito transmissor como promotora do problema.De acordo acordo com pesquisas recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),em 2024,o Brasil contabiliza 2,6 milhões de casos de dengue e 991 mortes.Partindo desse pressuposto,a falta de campanhas que incentive a população a se cuidar contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Infere-se,portanto,que medidas são necessárias para combater a transmissão da dengue.O Tribunal de Contas da União deve direcionar capital que,por intermédio do governo,será revertido em conscientização da população através de campanhas informativas e mutirões de limpeza,inspeções domiciliares e aplicação de larvicidas,a fim de que a extinção do mosquito da dengue seja extinto.Somente assim, a coletividade alcançará a Utopia de More.