Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 13/08/2021
Na Antiga Grécia, homens já relacionavam entre si sendo considerado pelo antigo filósofo grego Sócrates um ato de amor e virtude. A união civil entre pessoas do mesmo sexo pode parecer algo bastante recente. Somente em 1989 a Dinamarca abraçou a causa e foi o primeiro país a legalizar a união estável. Embora, o Brasil tenha também entrado nessa causa, a homofobia está cada dia mais presente, infelizmente, atos de violência agressão física e verbal são vistos constantemente, e a erradicação da homofobia se torna cada vez mais difícil.
Primeiramente, cada um deveria ter chance de escolha sem medo de ser julgado por alguém, sendo que não deve caber a ninguém a julgar e sim respeitar, mas o preconceito, principalmente, com gays é muito presente em diversos locais. Dessa maneira, é realmente muito triste que muitos ainda não entendem que homossexualidade não é uma doença a ser tratada e sim uma opção e escolha individual e não coletiva.
Além do mais, em pleno século XXI existir tal preconceito tão enraizado em um país miscigenado é uma ironia revoltante. Fica claro, que pela própria visão tradicional de um relacionamento, muitos usam isso como justificativa de opinar na opção alheia, assim tornando um desafio a erradicação do preconceito. Fica evidente, no mercado de trabalho, nas ruas e nas escolas um preconceito. Dessa forma, são feitas diversas passeatas “paradas gays” e protestos pacíficos, com a intenção de, divulgar e lutar por uma maior expressão liberdade de escolha, por meio de frases como: “homossexualidade não é doença, trate seu preconceito" na tentativa de sensibilizar a população por essa causa.
Fica claro, portanto, que medidas devem ser tomadas o quão antes possível. Em um mundo que vivemos hoje atitudes como homofobia são inaceitáveis. Em primeiro lugar, a Mídia de filmes e novelas devem apresentar para o público geral, de forma crítica, o que muitos gays sofrem diariamente por causa do preconceito e de uma forma a persuadir e sensibilizar o emissor a pensar e refletir em seus atos. Também, o Ministério da Educação colocar profissionais capacitados como pedagogos e psicólogos para darem suporte e ampararem crianças e adolescentes homossexuais a seguirem quem realmente eles são e não se sentirem desamparados. E por fim, atitude individual é o principal para que haja uma mudança geral, conscientização e respeito são fundamentais. Preconceito zero, toda forma de amor é bem vinda.