Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 30/06/2021
Homofobia é o termo que designa o preconceito contra pessoas do grupo LBTQ+, surgiu no período após o catolicismo que julgava as relações de mesmo sexo e ideologias de gênero, criticando os feitos do Antigo império Romano, onde vínculos homoafetivos eram considerados o único modo de prazer. No Brasil, ainda não são criminalizados pelo Estado os atos homofóbicos. Gerados por uma sociedade de intolerâncias sendo justificadas pela religiosidade agravando a violência contra essa minoria. À priori, na sociedade brasileira, a repressão é justificada pela passagem da Bíblia Sagrada no Livro de Gênesis, onde Deus cria o homem para se relacionar apenas com o gênero oposto e procriar, em grupos religiosos o versículo é usado como argumento de intolerância para atos criminosos à sociedade LGBTQ+. Em síntese, a religião no Brasil é de suma influência, por exemplo, no parlamento brasileiro, deixando a vista um Estado laico somente em teoria. Assim, podemos apresentar o caso da deputada do PSD Marina Silva que refutou o trecho de defesa à criminalização da homofobia por critérios cristãos, deixando nítido o governo teocrata. À posteriori, é possível citar que o Brasil é o país com o maior número de registros de violência contra a comunidade LGBT+ no mundo, à exemplo o caso da mulher trans que foi incendiada viva por fazer parte desse grupo. Além disso, a não criminalização aos atos homofóbicos pode desencadear uma série de julgamentos não só da família, mas também da sociedade. Dessa forma, tais preconceitos podem acarretar à expulsão de casa, falta de oportunidade de emprego, sendo assim, a prostituição é uma maneira de ganhar dinheiro. Portanto, para que os atos homofóbicos diminuam, os eleitores deverão eleger um representante que seja a favor da criminalização da homofobia, a partir de votos conscientes e laicos. Dessa maneira, a sociedade LGBT+ sofrerá menos, além de diminuir a violência contra essa comunidade.