Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 02/08/2018
É notório a necessidade de ir de encontro à homofobia no Brasil. Diante disso, averígua-se que em 2016 foram mortos 313 pessoas LGBTs no Brasil, segundo dados do Grupo Gay da Bahia. É visto que o problema afeta a sociedade como um todo, pois nota-se comumente falta de leis e também a opressão intencional e premeditada sobre os homossexuais. Nesse contexto, faz-se necessário analisar o porquê e deslindar sobre a problemática.
É evidente que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo Einstein, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito, embora esteja previsto na Constituição o princípio da isonomia, no qual todos devem ser tratados igualmente, muitos cidadãos se utilizam da superioridade heterossexual - vista como normal e natural - para externar ofensas e excluir socialmente pessoas com orientação sexual diferente.
Como desdobramento dessa temática e os riscos vistos sobre a comunidade LGBTs, torna-se primordial ressaltar os principais motivos que geram intolerância. Segundo Freud, a homofobia é a opressão intencional e premeditada. Seguindo esse princípio, nota-se que a homofobia surge de forma sutil por gestos ou ironia que levam a violência. Observa-se que atos letais são difundidos em nossa sociedade ao longos dos anos, marcados por ações agressivas aos gays e que somente serviram de amplificação desse preconceito na contemporaneidade.
Infere-se, portanto, que a homofobia é um mal para a sociedade brasileira. Sendo assim, cabe ao Governo Federal criar delegacias especializadas em crimes contra gays, a fim de conter a prática do preconceito na sociedade, além de aumentar a pena para quem o praticar. Por outro lado, cabe às escolas criar palestras sobre homofobia, visando informar os jovens sobre tal, diminuindo, assim, o preconceito. Ademais, a sociedade deve se mobilizar em redes sociais, com o intuito de conscientizar a população sobre a importância do combate à esse mal.