Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 07/06/2018
O ser humano necessita viver em comunidade e estabelecer relações interpessoais.Todavia, perante a conjectura Aristotélica,política e naturalmente sociável, inúmeras de suas ações antiéticas corroboram ao contrário. Nesse viés, hodiernamente, no que concerne à homofobia no território nacional, é perceptível que essa situação deplorável está intrínseca à sociedade civil por decorrência da falta de investimentos socais. Urge, portanto, uma mobilização homogênea da conjuntura social e do Ministério Público para combater o estorvo apresentado.
Convém frisar, a princípio, que a intransigência com os homossexuais é reflexo do convívio em um meio gregário portador desse proceder. Por esse prisma, consoante ao postulado Durkheimiano, o fato social retrata uma maneira de agir e raciocinar, provida de exterioridade, coercitividade e generalidade. Sob tal perspectiva, depreende-se que a homofobia assemelha-se à ótica do antropólogo, isto é, se uma criança convive em um âmbito no qual os indivíduos manifestam esse hábito, decerto, irá incorporá-lo por virtude da convivência em grupo. A lógica discriminatória, por conseguinte, é transmitida através de gerações, amplificando consideravelmente a segregação do público LGBT no solo nacional.
Outrossim, é pertinente enfatizar o vilipêndio do Poder Legislativo como um aspecto preponderante para a intensificação da incomplacência contra os não héteros. Conforme promulgado na constituição Federalista, é dever do Estado garantir a integridade física e psíquica de qualquer civil, independente de etnia, gênero ou sexualidade. À vista dessa cláusula, infere-se que a população homossexual encontra-se, deveras, em uma circunstância de displicência, pois, embora o preceito ampare a socialização salubre de alguns homossexuais no tecido social, é irrefutável que ainda esbarre na fiscalização do ato intolerante com esse público, conjuntamente, com as irrisórias práticas preventivas para o problema. Dados do G1 apontam que de 10 homossexuais 8 sofrem homofobia no aglomerado urbano. Logo, um direcionamento da jurisprudência é fundamental para mudar essa situação.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para reverter esse cenário repugnante. A fim de mitigar o entrave, é imensurável a magnitude da família, em consonância com a escola para a fomentação da ética, moral e intelectual dos futuros adultos, podendo ocorrer mediante dicções e peças teatrais que visem contemplar as divergências e respeitá-las, assim como apresentar as consequências da ação preconceituosa contra os homossexuais, com o fito de atenuar a homofobia no estado brasileiro, para que a nação disponha de um desenvolvimento sociável e disciplinado. Em harmonia com a tese Durkheimiana, em síntese, esse fato social será suplantado gradativamente na pátria.