Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 28/11/2020

No século XIX, a Revolução Industrial impulsionou diversas transformações que impactam até hoje a vida dos trabalhadores, como o surgimento das máquinas a vapor e de novas profissões. Com isso, esses profissionais tiveram como desafio o manuseio de equipamentos tecnológicos, que eram desconhecidos por eles até então. Entretanto, as mudanças no mercado de trabalho continuam, em efeito disso, as habilidades e as competências cobradas pelos profissionais são cada vez mais rígidas.   Convém analisar, de início, que o mercado de trabalho é extremamente seletivo, visto que são inúmeras as competências e requisitos nele cobrado, o que acarreta a competitividade dos cargos. Bem como, vale ressaltar que não é preciso ter somente um conhecimento acadêmico, e sim, ter habilidades que ultrapassam o perfil técnico, tais como: a inteligência emocional, liderança, ética e comunicação. Conforme a plataforma G1, no ano de 2019, quase 4 milhões de brasileiros que cursaram faculdade não possuem uma ocupação adequada no mercado de trabalho. Dessa forma, é perceptível que os profissionais necessitam ter além do conhecimento teórico, o domínio tecnológico e habilidades que o destaque dos demais como a criatividade, por exemplo.

Além disso, nota-se que houve o aumento do desemprego pela mecanização das indústrias. Haja vista, que a maioria das tarefas são executadas exclusivamente por máquinas, pois são mais lucrativas para as empresas, uma vez que, o com o uso delas não se tem gastos com salários, férias, como também, são bem mais rápidas. De acordo com o site Valor Econômico, nos próximos 10 a 20 anos, 52 milhões de postos será substituído pela automatização. Dessa maneira, constata-se que o aumento do número de desempregos está diretamente relacionado com a industrialização das empresas.

Logo, cabe às instituições de ensino orientar e conscientizar os alunos para que saibam lidar com as competências cobradas pelo mercado de trabalho futuro. Essa orientação seria por meio da realização de discussões em sala de aula sobre o tema, todas as semanas, tendo duração de no mínimo 45 minutos cada debate. Ademais, cabe ao Governo Federal fiscalizar as empresas, a fim de verificar se a automatização não substituiu os profissionais de seus determinados cargos. Essa fiscalização seria por meio de rondas feitas por fiscais governamentais.