Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 02/07/2020
Os meios de trabalho se revolucionaram, sendo a cada dia implementadas novas tecnologias e habilidades. A partir da Segunda Revolução Industrial, Adam Smith introduziu o conceito de produção em massa, ou seja, visando a produção de riquezas, o que influenciou diretamente os modelos de produção. Atualmente, o mundo está entrando na Quarta Revolução Industrial, marcada por grandes avanços tecnológicos, automação e inteligência artificial, exigindo com isso um maior aperfeiçoamento dos profissionais no mercado de trabalho, para que atendam aos requisitos das novas profissões que surgem.
Primeiramente, a maioria das empresas seguiam um modelo de produção baseado no Fordismo, de Henry Ford, o qual baseava-se em uma linha de produção, com divisão de trabalho e funções dos empregados. Hoje, com o ingresso da terceira Revolução Industrial, ou Revolução Informacional, as indústrias buscam automatizar seus processos de montagem e produção. Além disso, robôs estão sendo introduzidos para que mercadorias sejam produzidas de maneira cada vez mais rápida, reduzindo a possibilidade de falhas nos processos e dependendo cada vez menos da força física humana.
Assim sendo, surgem as profissões do futuro, as quais exigem o desenvolvimento de novas competências. Portanto, para ingressar no novo mercado de trabalho, que está constantemente mudando, não basta apenas uma graduação, é preciso de um diferencial. São necessários conhecimentos de tecnologia, criatividade, liderança e versatilidade, para poder acompanhar as carreiras tecnológicas e que são baseadas em conectividade, aplicativos, robótica e informática. Logo, com os avanços nos meios da nanotecnologia, inteligência artificial e transformações digitais, o conhecimento dos profissionais passa a ser cada vez mais exigido e aperfeiçoado, além de ser mais valorizado do que a força física. Com isso, o desaparecimento e o surgimento de novas profissões passa a ser cíclico. Por consequência, no futuro, os ramos do desenvolvimento de aplicativos, vacinas, medicamentos, equipamentos médicos e planejamento urbano serão muito requeridos, mas também exigidas novas qualificações e graduações.
Em suma, o governo poderia investir no incentivo à cursos profissionalizantes e de aperfeiçoamentos, visto que será necessário aprender constantemente, não apenas durante uma graduação, para que o mercado de trabalho possa ser suprido. Ainda mais, esses cursos poderiam ser voltados ao ramo da tecnologia e informação, garantindo um conhecimento para administrar as novas tecnologias e aplicá-las na sociedade.