Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 04/07/2020
A terceira revolução industrial ganhou destaque em seus avanços tecnológicos, tal inovação que vem mudando o mundo. Com isso, o mercado de trabalho está adquirindo novas competências de empregos, inovando futuras possibilidades de cargos em funções no âmbito tecnológico. No entanto, a exigência profissional voltada às especializações, tende a ser maior no conhecimento e nas habilidades lógicas para obtenção da qualificação do emprego no mercado de trabalho a ser inserido.
Deve-se destacar, de início, que os meios trabalhistas estão mudando, possibilitando novas oportunidades de emprego, que com os amplos investimentos direcionados aos setores informacionais, durante a revolução trouxe desenvolvimento de novas competências. Nesse sentido, essas fontes tem a tendência de abrir caminho para formações de novas profissões, que até então não existia. Entretanto, com a existência das máquinas que agiliza a produção que é amplamente empregado, a atividade humana foi reduzida à operação e coordenação das tecnologias utilizadas na produção. Ou seja, fazendo com que os postos de trabalho seja substituídos por máquinas. Todavia, mesmo com toda modernidade, será preciso para prestar função posteriormente a presença da inteligência humana para o manuseamento das tarefas, o que irá exigir qualificação e um amplo conhecimento tecnológico.
Contudo, tais quesitos foram necessários para automatização que favorece pessoas ao se profissionalizar e tornar disso algo rentável, tendo em vista que o mercado de trabalho está se tornando totalmente tecnológico, gerando positivamente cada vez mais emprego e oportunidades, melhorando economicamente e socialmente um país como segundo o inventor, Steve Jobs, dizia, “A tecnologia move o mundo”. Assim, a mão de obra para operação de equipamentos manutenção, requer dominação do conhecimento, o que exigirá não somente o ensino básico como obtenção necessária para o aprendizado tecnológicos dos profissionais, mas também uma vasta informação. Diante disso, é preciso ter uma especialização, pois o saber será a chave para os selecionados aos cargos futuros que atende necessidades do mercado e as inúmeras competências, além dos requisitos para que mantenha as relações mundiais em constante fluxo.
Portanto, as habilidades e competências para as profissões do futuro ainda se mostram pouco formalizadas diante aos avanços na sociedade atual. Para tanto, o ministério da educação, por meio da elaboração de projeto de lei enviado à Câmara dos Deputados, estabeleça a incorporação obrigatória do ensino de informática aos currículos escolares, a fim de que todo estudante tenha, antecipadamente, preparação para as profissões futuras, no intuito de construir cada vez mais pessoas qualificadas para o mercado de trabalho.