Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 01/10/2022

No contexto da Guerra Fria, acirramento político-militar entre Estados Unidos e União Soviética, a esfera capitalista demonstrou maior poder hegemônico, e, por isso, houve a extinção da URSS. Hodiernamente, a tensão estabelecida entre Rússia e Ucrânia está novamente dividindo o globo entre suas principais potências, visto que novos países estão entrando no conflito, como os Estados Unidos e China. Logo, tal fato possui como impactos a polarização política mundial, além do colapso econômico dos países emergentes.

Diante desse cenário, cabe ressaltar o aspecto supracitado quanto à repartição global entre países considerados “potências”. A partir da Revolução Tecnológica, os países desenvolveram poder inter-continental, exercendo influência em qualquer parte do planeta. Nesse viés, as guerras ganharam maiores proporções, visto que nações geograficamente distantes conquistaram poder direto sobre às outras. Assim, observa-se que a tensão criada, mesmo que de forma local, entre Rússia e Ucrânia impactará a vida de pessoas nos mais diversos continentes, a exemplo disso é possível citar a elevação nos preços do petróleo e gás neônio. Dessa forma, medidas são necessárias para a resolução da problemática.

Ademais, vale frisar que inúmeros países tornam-se dependentes das economias desenvolvidas. De acordo com o filósofo Friedrich Hegel, o Estado deve proteger os seus filhos. Entretanto, o desenvolvimento de conflitos armados e colapsos econômicos vai contra essa teoria proposta por Hegel. Com isso, impactos sociais são gerados, como por exemplo, a diminuição do poder de compra pela sociedade, e, consequentemente, o aumento da fome e miséria do país. Portanto, é necessário que o Brasil e as demais nações desenvolvam medidas protecionistas, a fim de minimizar os efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Em suma, cabe ao Ministério da Economia, orgão responsável por gerenciar a economia brasileira, criar ações de resguardo para o mercado do país, por meio da taxação em exportações, a fim de garantir que os produtos produzidos sejam vendidos prioritariamente ao consumidor nacional, e, por conseguinte, crie-se uma relação de autossuficiência. Dessa forma, o Estado funcionará conforme o conceito estabelecido por Hegel, “protegendo os seus filhos”.