Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 01/10/2022

A guerra, considerada um dos maiores conflitos militares da Europa nas últimas décadas, eclodiu por iniciativa da Rússia. O país alega que quer impedir que a Ucrânia se junte à aliança militar de 30 nações da OTAN para evitar um cerco de suas fronteiras. As razões para o conflito também incluem o desejo do presidente russo Vladimir Putin de reconstruir a Rússia como uma zona de controle e influência mantida pela União Soviética (URSS).

Os ucranianos resistiram à intervenção desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, o dia em que as tropas russas invadiram a Ucrânia. Mas os líderes russos não mostram sinais de baixar a guarda. Estima-se que mais de 10 milhões de ucranianos deixaram o país e buscaram refúgio em outras partes do mundo.

O aumento dos preços dos alimentos e do petróleo foi uma das consequências mais visíveis da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, elevando a inflação em todo o mundo e afetando vários países. Isso ocorre porque a Ucrânia e a Rússia desempenham papéis relacionados em dois mercados fundamentais para muitas atividades econômicas: alimentos e energia. Fortes laços comerciais entre Brasil e Rússia - o gigante europeu é o sexto maior exportador aqui - faz com que nossa economia sinta os efeitos da guerra com mais força do que outras. Uma das razões para isso tem a ver com o transporte.

Portanto, diante do exposto, fica claro que o Estado deve intervir subsidiando mais investimentos em tecnologia. Portanto, além de começar a produzir os insumos agrícolas necessários para o agronegócio brasileiro, a UE precisa captar recursos por meio do MCT e modernizar suas refinarias. Dessa forma, o Estado reduzirá a sensibilidade de suas indústrias de combustíveis e alimentos às flutuações nos mercados externos, tornará os produtos domésticos economicamente acessíveis e salvaguardará o bem-estar social de seus cidadãos.