Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 10/04/2022

O mito da caverna, de Platão, fala a respeito de pessoas que se negam a enxergar a realidade em virtude do medo de sair de sua zona de conforto. Essa situação assemelha-se à visão rasa com qual as pessoas veem a guerra entre Rússia e Ucrânia, ou seja, muito mais por uma lógica dicotômica que geopolítica. Dessa maneira, torna-se necessário discorrer a respeito dos principais impactos desse conflito.

Com efeito, cabe ressaltar a capacidade de estrago devido ao envolvimento de pontencias beligerantes e destrutivas envolvidas. Tal fato decorre das duras sanções empregadas pelos países europeus em conjunto com Estados Unidos pelo desrespeito da Rússia as exigencias deles. Sob essa perspectiva, tais medidas reascendem as tensões da antiga guerra fria de uma terceira guerra mundial , visto que maioria desses países tem um arsenal nuclear capaz de destruir a terra e nenhum deles está disposto a ceder. Desse modo, percebe-se a triste realidade onerosa desse conflito, principalmente para os ucranianos que tem seu país destruído.

Além disso, infere-se, também, o prejuízo econômico decorrente das flutuações de preços no mercado e das medidas geopolíticas que afetam em muito o Brasil. Isso se deve de acordo com o Estadão ao fato da Russia na Europa um dos maiores produtores de petróleo, gás natural e fertilizantes. A partir disso, é perceptível a dimensão do estrago tanto para um país agrário e exportador de comodites , como também aos brasileiros que tem o preço da cesta básica ampliado no meio da crise sanitária do corona vírus e da inflação. Tal conjuntura é evidentemente perigosa para a segurança alimentar de milhões de habitantes no globo.

Portanto, visto os fatos supracitados é necessário propor uma medida interventora. Sendo Assim, cabem a Ucrânia e a Rússia resolverem suas contradições diplomaticamente e sem guerra, por meio de negociações de paz ,onde estipulem os limites de suas relações, realizadas pelos presidentes de ambas as nações e que sejam acompanhadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), porém sem intervenções de blocos estrangeiro. Espera-se com isso a erradicação de conflitos, o respeito a soberania das nações e o retorno ao funcioamento da ordem economica e benéfica para todos os países.