Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/03/2022

Muitas das antigas tradições pregavam que as mulheres deveriam se casar e engravidar nos primeiros anos da vida fértil, mas, grande parte destas culturas perderam força com o passar dos anos. Atualmente, apesar da redução do número de grávidas entre 10 e 19 anos, o índice ainda é considerado alto, uma vez que há uma diversidade de métodos contraceptivos que são distribuídos, no Brasil, por meio do SUS.

Logo, se torna claro a necessidade da reflexão quanto às consequências e as causas desta elevada taxa de gravidez precoce.

É importante evidenciar as já perceptíveis consequências do elevado número de gestantes jovens no país, afinal são situações do dia a dia. Conforme as adolescentes engravidam, o número de estudantes nas escolas diminui, pois, muitos acabam tendo que abandonar os estudos.

Entretanto, as complicações não se restringem à educação. De acordo com OMS, uma gravidez antes dos 20 anos de idade pode gerar abortos espontâneos, má formação do feto ou riscos de vida para a gestante.

Deve-se pensar,em quais seriam as condições que permitiram tal condição prematura, dado que 20% dos nascimentos do Brasil procedem destes casos e observar maior índice entre mulheres de classe baixa. Desta forma é possível pensar que a população mais pobre não possui e recebe o mesmo nível de informações e desconhecem ou não utilizam adequadamente os métodos anticoncepcionais disponíveis. Podemos considerar que o acesso a drogas e bebidas alcoólicas

possa influenciar as ações dos jovens.

Sendo assim, é essencial que atitudes sejam tomadas para diminuir o índice de gestações prematuras no Brasil. Seria possível com o investimento, das prefeituras e secretarias de saúde, realizando palestras e campanhas em escolas.