Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/03/2022

A gravidez jovial é um dos grandes problemas enfretados atualmente no Brasil, devido a falta de informação relacionado a esse assunto. São comuns os casos de gravidez precoce, especialmente em meninas de baixa renda. Desse modo, a gravidez precoce pode trazer diversas consequências psicológicas e físicas, tanto na mãe quanto na criança.

Em primeiro lugar, como mostra o documentário: “Meninas, gravidez na adolescência”, relata casos de jovens das regiões periféricas do Rio de Janeiro sendo mães antes dos 16, evidenciando suas rotinas, vivências e visões sobre aquele cenário lamentável. Logo, percebendo-se rotinas totalmente incomuns comparadas às adolescentes “normais”; tendo que assumir uma responsabilidade, que no futuro percebera a tamanha influência que as levaram perder os frutos da vida jovem.

No entanto, o cenário atual continua preocupante, a taxa de gestantes adolescentes está muito acima de países considerados exemplos nesse quesito. Segundo o G1, as mais afetadas pela gravidez na adolescência são as meninas pretas e pardas, que correspondem a sete em cada 10 mães adolescentes. De acordo a uma pesquisa realizada pela ONU, o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos. Essas ações acarretam prejuízos às crianças, gerando um impacto na saúde pública, além da limitação no desenvolvimento pessoal, social e profissional da gestante.

Portanto, a gestação na adolescência afeta o presente e o futuro dessas jovens, porque costuma prejudicar os estudos e a busca por emprego. A fim de combater e evitar esses episódios, o acesso à educação e aos serviços de saúde seriam fundamentais para o declínio da gestação na adolescência. Os pais deviam também apresentarem maturidade e renda aceitável. Entretanto, isso vai além dos fatores psicólogicos e econômicos. Enfim, no final das contas, a presença de apoio e acompanhamento durante a gestação é essencial.