Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 01/11/2021

A gravidez na adolescência é considerada a que ocorre entre os 10 e 20 anos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Bem como, é considerada uma gravidez de alto risco decorrente das preocupações que traz à mãe e ao recém-nascido, nesse sentido, 13,2 milhões de adolescentes engravidam de forma precoce ao longo de 20 anos. Nesse contexto, a falta de comunicação sexual é um problema amplo e específico, visto que, a omissão da educação a respeito do assunto nas escolas e nas famílias eleva, explicitamente, as taxas de gravidez na adolescência.

Ainda nesse raciocínio, podemos citar a “Malhação Viva a Diferença”, exibida pela Globo, apresenta como o protagonista Keyla, uma jovem menina que engravida durante o Ensino Médio e dá à luz dentro de um metro. Dessa forma, um personagem vive um dilema, em ter que reconciliar a escola e os cuidados com o seu filho e pra isso, ela precisar contar com ajudo do seu pai, seu namorado e suas amigas. Além disso, um dos assuntos forjados é o fato de Keyla não ter divulgado nenhum tipo de diálogo com a família, nem um especialista que pode orientar-se sobre métodos contraceptivos. Por conseguinte, vemos a gafe de informações sobre o assunto, principalmente no âmbito escolar visto que, a escola é um local onde os jovens passam a maior parte do tempo.

Ademais, essa problemática, pode acarretar problemas de saúde durante a gravidez, por ser uma gravidez indesejada o risco de vida da mãe e do bebe é grande. Além disso, podemos citar que os índices de aborto crescem.

Em suma, é imprescindível que o Ministério da Saúde em conjunto com o Ministério da Educação promova a inserção da educação sexual no grau curricular das escolas, por meio de uma orientação aos estudantes no horário de intervalo escolar. É valido falar também que o apoio da família é imprescindível e super importante para esse diálogo, os pais devem fazer com que os filhos se sintam à vontade em tirar dúvidas.