Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 05/03/2020

Biologicamente, constata-se que um organismo até os dezenove anos não está totalmente formado e pronto para uma gestação, podendo acarretar em problemas na gravidez, que nada mais é que o período que se inicia na formação do zigoto até o dia do nascimento do indíviduo, não só a ausência de instrução, mas também a falta de prevencão dos jovens, acarrete na evidência da gravidez na adolecência no Brasil.

Sobretudo, dados que apresentam um crescimento desacerbado no número de jovens gravidas são cada vez mais comuns em pesquisas, como mostra a análise realizada pelo site Acidadeon: em 2014 na cidade de Ribeirão Preto dezessete mil setecentas e trinta e sete mulheres se tornaram mães, onde destas cinco mil e cinquenta e quatro tem idades entre dez e dezenove anos.

Na sequência a Organização Mundial da Saúde publicou em 2018 uma lista com os oito principais países da América Pan Americana, enquanto o Canadá se encontra na última posição com uma pequena taxa de nascimento a cada mil jovens, todavia, o Brasil está em terceiro lugar com o valor de 68,4, apenas atrás da Bolivia e Venezuela.

A fim de minimizar os crescentes números de jovens grávidas é importante que sejam realizadas campanhas de prevenção e palestras educacionais que informem aos adolecentes sobre o início da vida sexual além de aulas de instruções como o uso de métodos contraceptivos e a gravidade de uma gestação antes da fase adulta, projetos como estes podem ser realizados a partir de ações governamentais não só o Ministério da Saúde como também o Ministério da Educação e a Organização Mundial da Saúde. Tratando de  parâmetros menores a instrução e o preparo do jovem é muito importante que seja realizada também pelos pais em casa, com propósito de educar e transformar jovens em cidadãos brasileiros.