Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 25/02/2020
A gravidez na adolescência no Brasil tem se tornado cada vez mais preocupante, visto que um número considerável de adolescentes dizem que já tiveram relações sexuais com outras pessoas e acabaram tendo uma gravidez prematura.
Também existem casos pelo mundo inteiro, mas o Brasil é o terceiro país com maior número de casos envolvendo gravidez na adolescência, com cerca de 68 bebês nascidos a cada mil mulheres na idade entre 15 e 19 anos em um período de 2010 até 2015, perdendo somente para a Bolívia, com aproximadamente 73 bebês, e a Venezuela, que teve por volta de 81 bebês.
Inclusive, muitos adolescentes usam preservativos pensando que a chance de gerar uma gravidez é nula, mas mesmo com o uso de proteção, há uma chance de acontecer uma fecundação e da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Isso geralmente ocorre porque o indivíduo não teve aulas de educação sexual ou não procurou se informar a respeito.
Também é comum a escolha do aborto, para a própria segurança do adolescente, já que existem vários riscos durante a gravidez prematura e para ninguém ter que se preocupar em cuidar do futuro bebê. Geralmente a escolha é tomada por vontade própria da jovem ou pela própria família e até mesmo pelo seu parceiro, já que para criar uma criança, precisa-se de uma quantia considerável de dinheiro e o adolescente teria que largar a escola ou a faculdade e focar apenas no bebê, tornando o aborto a opção mais viável.
Por isso, a gravidez na adolescência no Brasil é um problema que precisa ser combatido, seja nas escolas com aulas de educação sexual, em campanhas de conscientização feitas pelo governo brasileiro e pela internet, com postagens e discussões sobre o assunto para que o número de casos diminua cada vez mais.