Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 31/10/2018
Exposição de conteúdos eróticos, imaturidade, pressão social e relações desprotegidas intensificam um dos grandes problemas da sociedade atual: a sexualidade na adolescência. Atualmente esses atos vem ganhando cada vez mais espaço em nosso cenário e, por isso, é preciso analisar o papel dos meios de comunicação e as consequências vindas do sexo precoce com o fim de reverter essa realidade.
É preciso considerar, antes de tudo, o papel da internet e das mídias. Inúmeras são as músicas, filmes, conversas e vídeos que fazem apologia ao sexo. Em consequência dessa exposição de conteúdos se incita o desejo para a realização do ato nos jovens, mas de forma desinformada e desordenada.Prova disso são dados apresentados pelo IBGE, em 2015, que em uma pesquisa realizada com jovens de 13 a 15 anos apenas 66% usaram camisinha em sua última relação- uma redução preocupante, pois a mesma foi realizada em 2012 e 75% revelaram ter usado. Evidencia-se que essa iniciação desenfreada traz diversas consequências s serem vistas, sendo algumas irreversíveis.
Assim, cabe falar a respeito dessas significâncias. A falta de educação sexual e diálogo com os pais faz com que muitos deles realizem o sexo sem o uso de métodos contraceptivos, que além de previnir da gravidez indesejada, evita a infecção por DSTs. Por isso, ausentes de informação, é alarmante o número de adolescentes grávidas no Brasil. Segundo dados divulgados pelo G1, em 2018, aproximadamente 70 bebês nascem a cada 1000 meninas, números que preocupam toda uma nação, uma vez que a falta de imaturidade faz com que não se enxerguem o impacto que um filho traz na vida das pessoas. Assim, é notório a necessidade de reverter esse quadro, filiado às escolas, governos e famílias.
Fica claro, portanto, que a sexualidade desprotegida precisa ser combatida. Para isso, é preciso que o Governo, juntamente com o Ministério da Educação, se unam para instalar nas escolas aulas semanais de educação sexual dadas por um profissional da saúde de cada sexo, para que não haja nenhum tipo de constragimento, destinadas aos alunos do Ensino Fundamental II e Médio, além de promover palestras de cunho informativo a todas as famílias, corpo docente, alunos e sociedade, mostrando a necessidade de se previnir da gravidez e das DSTs e de se quebrar o tabu e conversar com os filhos a respeito do assunto com a finalidade de decrescer o número de jovens grávidas para que assim o sexo aconteça de forma responsável e o ato seja desfrutado da melhor forma.