Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/10/2018

No decorrer da história, o casamento sempre foi realizado na juventude, através dos casamentos arranjados entre as famílias. E com isso, as mulheres engravidavam ainda na adolescência, chegando a ter em torno de 8 filhos com um curto intervalo de tempo entre cada um deles. Fato que contribui para eta realidade é, a falta de informação das jovens sobre os métodos contraceptivos, aliado também a pouca consciência dos impactos de ter um filho.

Em primeiro lugar, vê-se que a não informação sobre métodos contraceptivos entre as jovens aumenta a gravide entre elas. Isso porque, sem o conhecimento dos diferentes métodos de prevenção da gravidez, tende a um número cada vez maior de adolescentes com uma gravidez indesejada. Com isso, muitas mães sem saber o que fazer, terminam optando pela adoção ou até mesmo o aborto de seu filho, podendo levar a morte da mãe também.

Além disto, tem-se o fato da pouca compreensão das jovens ao impacto de se ter um filho na juventude. Isso porque, com uma gestação na adolescência, elas terão que mudar sua rotina, como no caso da escola, que terminam abandonando. Com isso, provocará consequências a jovem, tais como, pouca escolarização, dificuldade de inserção no mercado de trabalho e acesso a trabalho com pouca qualidade.

Portanto, torna-se evidente que, a desinformação de métodos contraceptivos e a pouca consciência de uma gravidez entre as adolescentes é um problema. Assim, faz-se necessário que, o Ministério do planejamento utilize-se de propagandas em meio comunicativos, de modo a divulgar as formas de prevenir a gravidez na juventude, evitando também possíveis situações como o aborto. Somado a isto, o Ministério da Educação deve levar para as escolas, através de debates, a importância de se conscientizar sobre os impactos que podem ocorrer na vida adulta, com uma gravidez na adolescência.