Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/10/2018

Gravidez na adolescência em questão no Brasil

No longa-metragem ‘‘Juno’’ a história gira em torno da personagem Juno, que aos 16 anos vê sua vida mudar ao descobrir que está à espera de um bebê e como ela lidou com todos os impactos trazidos no âmbito social e familiar. Fora das telas, a gestação precoce é uma problemática no Brasil, já que, muitos jovens começam suas atividades sexuais sem orientação e sem o conhecimento adequado acerca de métodos contraceptivos.

Desse modo, sem práticas educativas que abordem a sexualidade, que hoje em dia ainda é visto como tabu, indivíduos tendem a ter atos libidinosos sem o uso de preservativos. A irresponsabilidade juntamente ligada com a falta de conhecimento, gera consequências arbitrárias para a faixa etária atingida, que vê seu estilo de vida se convertendo abruptamente. Na maioria das vezes, as mães adolescentes abrem mão de seus estudos a fim de evitar um constrangimento e complicações devido à sua gestação que, no qual, a afasta de possuir um futuro acadêmico próspero.

Por conseguinte, a ideia de gerar um filho na adolescência e ter que criá-lo assusta os jovens em geral, fazendo que com que aconteça o abandono parental. O termo é adequado em situações onde não há o pagamento da pensão ou quando a mãe abandona a criança em condições minguantes, deixando-o carente de recursos básicos como saúde, alimento, moradia digna e educação.

Conforme leis Newtonianas, a tendência dos corpos é permanecer do jeito que estão até que uma forma atue sobre ele. Assim sendo, vê-se necessário ações públicas do Ministério da educação que visem a conscientização. Os educadores devem deixar para trás o preconceito e levar para as salas de aulas didáticas que informem sobre a orientação sexual, como prevenir uma gravidez indesejada e DST’S com o fito de ensinar os jovens  empoderamento sob seu corpo.