Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 26/10/2018
Desde o livro Utopia, escrito por Thomas More, entende-se que uma sociedade necessita de engajamento social e político para desenvolver-se. No entanto, quando se observa Gravidez na adolescência no país, verifica-se que esse ideal utópico é constatado na teoria e não na prática, e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse cenário, torna-se clara à negligência e à compactuação da sociedade, bem como a falta de atitude do Estado.
Em uma primeira análise, sob a ótica sociológica, a persistência da problemática no Brasil é intrinsecamente fomentada pela negligência e pela compactuação da sociedade que relativiza a gravidez na adolescência. Um exemplo disso é que a cada mil pessoas entre quinze e dezenove 68,4 se tornam mães, segundo divulgado pelo O Globo, e não há indignação social. Neste sentido, o sociólogo Alemão Jürgen Habermas afirma que a sociedade depende da critica às suas próprias convicções e comportamentos para que mudanças efetivas aconteçam.
Ademais, em um segundo plano, é inquestionável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam em harmonia para solucionar o problema. Tal fato se reflete na falta de políticas sobre educação sexual para os jovens, medidas que deixariam a resolução do problema mais perto, e devido à má administração e fiscalização pública por parte dos gestores isso não acontece.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o Governo crie projetos socioeducativos sobre a vida sexual, por meio das redes sociais, com o propósito de diminuir os índices de gravidez na adolescência. Além disso, cabe às escolas informatizar e conscientizar as pessoas sobre as consequências e os ricos das relações sexuais. Isso pode ser feito por meio de programas nas escolas e campanhas nos meios de comunicação, a fim de informatizar os jovens - por conseguinte incentivar o uso de contraceptivos na sociedade. Destarte, a realidade aproxima-se da teoria utópica e a sociedade desenvolver-se.