Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 25/10/2018

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) que garante a todos os indivíduos à educação e ao bem-estar social. Conquanto, a gravidez na adolescência representa um desafio a ser superado de forma mais organizada, pela nossa população. Com efeito, esse impasse deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Deve-se pontuar, de início, que a educação é o fator principal para o desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil tem um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e, o resultado desse contraste é claramente refletido na ignorância popular a respeito de contraceptivo e preservativo. Pois, de acordo com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados,’’ 90.757 mulheres em 2014 que  se tornaram mães tinham até 19 anos, destas 3.464 tinham menos de 15 anos de idade’’. Desse modo, é inadmissível que a sociedade permaneça em tal situação.

Faz-se mister, ainda, salientar a negligência governamental como impulsionador dessa problemática. Logo, a biologia tem comprovado que, ao contrário do que defendia Darwin nem sempre é o mais forte quem sobrevive. Desse modo, ressalta-se a falta  de investimentos do estado em mídias para informar a população  sobre os processos para engravidar uma mulher de maneira segura e saudável. Dessa maneira é nocivo que esse fenômeno ocorra de forma tão constante em nosso país.

Por tudo isso, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver essas questões. Portanto, cabe ao Governo em parceria com o Ministério da Educação criar projetos, para serem desenvolvidos em escolas, por meio de palestras atividades lúdicas  e debates em salas de aula, a respeito de educação sexual e,  todos os problemas que as pessoas podem obter se fizer sexo sem preservativo,  a fim de que os alunos conscientizem-se e, disseminem o conhecimento adquirido em redes sociais de forma ética e moral. E assim, a Declaração Universal dos Direitos Humanos vai ser posta em prática não só  visando à educação , mas também à saúde da sociedade.