Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 17/10/2018
Para muitas mulheres, a maternidade é um momento único e esperado, visto que requer maturidade e responsabilidade. Todavia, esse cenário não se procede quando a gravidez ocorre na adolescência. Dessa forma, a consciência sobre o uso de preservativos e os impactos econômicos e sociais devem ser debatidos.
Em primeiro plano, faz-se necessário entender o comportamento dos jovens o qual é muito ligado ao Hedonismo. Essa corrente filosófica valoriza o prazer imediato sobrepondo a emoção em detrimento da razão. Por isso, grande parte dos adolescentes não refletem os riscos tanto de contrair doenças sexualmente transmissíveis, como de uma gravidez, quando escolhem não usar preservativo. Sabe-se que há vários métodos contraceptivos como: anticoncepcional, adesivo e injeção, mas a camisinha é a mais segura.
Portanto, incentivar o uso dessas formas de proteção é eminente, sobretudo, em áreas que estão em vulnerabilidade social. Além disso, os jovens- que costumam ter pouca responsabilidade- não têm consciência sobre o impacto financeiro e social de uma criança. É por conta disso, que as mulheres, atualmente, demoram mais tempo para engravidar além de possuir menos filhos. Assim, é necessário que a sexualidade ao invés de ser incentivada culturalmente, seja debatida criticamente.
Diante dos fatos mencionados, torna-se evidente o debate sobre a gravidez precoce. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com as escolas, promover palestras para os alunos sobre os riscos da relação sexual, formas de proteção e os impactos de uma possível gravidez, principalmente, nos estudos. Ademais, a família tem o dever de dialogar com os jovens sobre a educação sexual, e em caso de gravidez, deve conduzir para um psicólogo e um ginecologista.