Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 08/10/2018
Há alguns anos, o programa de televisão Globo Repórter, divulgou uma matéria sobre as dificuldades enfrentadas pelas futuras mães, cujo parto ocorrerá antes da vida adulta. Foi salientado que 35% das jovens criam os filhos sem auxílio paterno, e por conseguinte, a maioria delas abandona os estudos, pois não possui tempo para realizar as atividades cotidianas; e por falta de conhecimento, são mais suscetíveis à adquirirem doenças sexualmente transmissíveis. Assim, são necessárias alterações nessa sociedade carente de modernidade.
De acordo com o Código Penal, o aborto é lícito quando resulta de estupro, o feto é anencéfalo ou o desenvolvimento do embrião incorre em risco de vida para a responsável por ele.Nesse sentido, quando a gravidez é eivada de condições severas para a gestante, é permitido interrompela. Não obstante, o Ministério da Saúde recomenda o uso da camisinha no ato sexual, como a camisinha estourar. Porém, isso não é comunicado nas escolas e os pais não costumam debater o tema com os filhos, oque leva os adolescentes não saberem como agir corretamente diante das situações comentadas anteriormente.
Portanto, segundo um relatório publicado pela Folha de São Paulo, de 2000 a 2017, diminuiu em 60% o número de de gestações saldáveis. Boa parte desse percentual se deve à transmissão do virús da AIDS durante as relações sexuais, e complicações na qualidade de vida, por causa da chegada do descendente, não ter sido planejada. Logo, muitos jovens deixam de estudar para obter recursos financeiros suficientes para assumir as despesas da nova fase da vida.
O governo federal, por ser responsável pela concientização da população, deveria fazer licitação para espalhar cartazes e contratar profissionais, com objetivo de informar os jovens sobre a importância de planejar o momento de adentrar na vida sexual ativa; e os casos admissíveis de aborto. Com tais medidas o Brasil terá um crescimento moral.